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5 Pontos Críticos que não devem faltar na gestão estratégica

19/02/2019 Por: Editorial Dom Bosco
 gestão estratégica


Administrar com pensamento estratégico não é algo complicado, mas exige muita visão sobre o negócio e mercado. Pensar apenas nos objetivos, é um bom começo para esta tarefa; porém, só levar em conta ‘onde’ deseja chegar, não vai tirar a organização da inércia. Para dar as bases que você precisa ao guiar a equipe rumo ao sucesso, levantamos 5 pontos críticos que não devem faltar na gestão estratégica das empresas. Boa leitura!



#1. Identidade organizacional


Não é só no momento de pensar em planejamento que os conceitos de missão, visão e valores devem estar vivos na mente do gestor. Alinhar todas as ações, inclusive a forma de tratar os colaboradores com o DNA da empresa, não deve ser negociável. Se o discurso da empresa não está alinhado a forma de gerir as ações, temos um sério problema.


Quer um exemplo? É extremamente comum encontrar empresas com identidades focadas nas relações humanas e, que levam o público a entender que os colaboradores dessas companhias têm um ambiente saudável de trabalho. Quando um funcionário infeliz coloca a “boca no trombone” e fala que o tratamento interno é precário, o mercado fica chocado e a imagem da empresa despenca.


Não é só na forma que a empresa trata os colaboradores que os gestores devem estar atentos,  mas em como todos os outros processos estão alinhados a missão, visão e valores. Parece algo burocrático, mas gerir estrategicamente envolve defender a identidade corporativa nos mais variados campos.



#2. Olhar para o mundo


Enquanto tem gestor que esquece de olhar para a empresa e priorizar sua identidade nas ações, a gestão que foca exacerbadamente nas questões internas e não analisa o cenário externo (mercado), também pode retardar o crescimento corporativo. Não querer enxergar o que o mundo oferece de oportunidades e ameaças, é uma péssima característica.


Um dos principais benefícios da gestão estratégica é oferecer a todos os envolvidos na organização uma visão mercadológica apurada. Essa percepção nem sempre precisa ser positiva; é bastante comum que a análise do mercado externo traga “ventos ruins” - e tudo bem! Mesmo sendo uma notícia ruim ela indica o melhor caminho para seguir.

O importante é que o estudo interno sempre seja incrementado com pesquisas sobre o que está acontecendo fora da empresa. É impossível conseguir desempenhar uma gestão estratégica sem ter visão 360º. Os resultados nem sempre serão positivos, mas vão dizer o que deve ser feito para obter melhores.



# 3. Hora de focar a lente


Objetivos não são os itens primários numa gestão estratégica, diferente do que muita gente acredita. Para entender o que deseja alcançar, é preciso entender o que a empresa ‘não tem’ (ainda) e o que deseja conseguir. Por isso, a definição deste ponto crítico só acontece depois de uma boa reflexão sobre a empresa e o mercado.


Mas, este não é um momento de trazer metas exageradas e descabidas, já que estipular coisas impossíveis de serem alcançadas só vão desmotivar. Tenha paciência, discernimento e disposição em ouvir a opinião de outros - mesmo as mais ‘bobinhas’ podem ter essências revolucionárias escondidas.


Ao falar de objetivos, um pensamento relevante é que estes não deve fazer sentido apenas para a empresa, mas para todos os stakeholders. Se o objetivo não está alinhado ao pensamento dos clientes, fornecedores e demais envolvidos, ele não pode ser considerado estratégico. Agora, se todo mundo entendeu e concordou, é hora de passar para a próxima etapa!



#4. Estratégias com ações


Você prometeu verão passado que iria entrar naquela calça favorita, mas teve que comprar outra calça dois números mais largo? Sinal de que faltou estratégia e ação. Quando objetivos são ditos sem essas duas expressões, eles são sonhos, já que nunca vão acontecer!


Parece cruel, mas se não há estratégia e ação, não tem como concretizar um objetivo. Se na promessa do “verão saudável” o pensamento tivesse acompanhado de uma estratégia de dieta e ações complementares, como ir ao nutricionista e mudar a alimentação, estaríamos falando de um planejamento estratégico - o que não foi o caso.


Gestão estratégica tem o dever de diferenciar estratégia e ação, para que os planejamentos sejam melhor estruturados e assim, possam ser concretizados. Se a empresa tem um objetivo, definir as estratégias, bem como as ações que essas envolvem, tudo fica mais real.



#5. Dance conforme a música


É comum que o planejamento estratégico perfeito de uma empresa se transforme num pesadelo do dia para a noite. Isso é comum acontecer. O problema é quando não há alguém competente acompanhando essas transformações para dizer quando “ajustar as velas”.


Acompanhar as decisões deve ser institintivo de uma gestão estratégica. Problemas que são identificados no início são mais simples de serem solucionados e o contrário também é verdadeiro.


Estabelecer métricas para medir todos os passos deve ser uma tarefa primordial na vida de quem toma decisões. Avaliar sem considerar números, é colocar a empresa numa situação de risco. É aquela velha história que sempre comentamos aqui na Unidombosco: se não pode ser medido; não pode ser aplicado.


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