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As 5 melhores áreas para abrir uma loja online

23/02/2016 Por: Vanessa Cagliari
As 5 melhores áreas para abrir uma loja online

 
Para empreendedores que desejam investir no e-commerce, o primeiro passo para a concretização do negócio é estudar as áreas que apresentam maior volume de vendas em um determinado período. Segundo dados da E-bit, empresa que compila dados do e-commerce no país, durante a Black Friday de 2015, as vendas chegaram a R$1,6 bilhão com maior número de pedidos nas categorias de eletrodomésticos (17,2%), telefonia e celulares (16,6%), eletrônicos (9,2%), moda e acessórios (9,1%) e artigos de informática (9%).


 
Conforme afirma Pedro Guasti, cofundador da E-bit, a Black Friday já se tornou tradicional, e os consumidores tendem a esperar por essa data para comprar artigos de alto valor. Entretanto, para quem quer abrir uma loja online, o ideal é estudar as categorias mais vendidas em um período maior. O número de vendas, somente no primeiro semestre de 2015, responde por quase 60% do total dos 49,4 milhões de pedidos realizados no período, e representam boas oportunidades para abrir uma loja virtual. Confira as 5 melhores áreas para abrir uma loja de e-commerce, segundo a E-bit.


 
 
1) - Moda e acessórios

Produtos de moda e acessórios foram os campeões de vendas nos primeiros seis meses de 2015, respondendo por 15% dos pedidos. Uma explicação para esse índice foi a entrada no comércio eletrônico de grandes varejistas como C&A, Renner, Marisa e Hering. Segundo Pedro Guasti, cofundador da E-bit, o fato dessas marcas serem reconhecidas pelos consumidores aumentou as vendas online.

 
O público feminino é o maior consumidor, segundo o Google, que afirma que 58% dos consumidores de moda no Brasil são mulheres. Do total, 63% tem entre 25 e 44 anos, e 36% compram produtos a cada dois meses. As lojas online que alugam vestidos e bolsas de grife por tempo limitado são a nova tendência no comércio online de moda. Os sapatos femininos são os campeões de vendas no segmento, com destaque para tênis, vestidos e sandálias femininas.
 
 
 
 
2) -Eletrodomésticos

Entre os anos de 2010 e 2012, os eletrodomésticos apareceram no topo do ranking das categorias com maior volume de vendas, e desde 2013 ocupam a segunda posição. No primeiro semestre de 2015, eles representaram 13% dos pedidos. Por serem mais caros, os eletrodomésticos lideram a lista de faturamento, responsável por um quarto do volume financeiro apurado no primeiro semestre de 2015.


 
 
3) - Telefonia e Celulares

Responsável por 11% do total das compras, a categoria de telefonia foi a que mais cresceu em participação em número de pedidos no primeiro semestre de 2015. Esses produtos registraram 54% mais pedidos em relação ao mesmo período de 2014.  

 
De acordo com a consultoria IDC Brasil, o crescimento chama a atenção porque a venda de celulares registrou queda de 23% nos primeiros nove meses de 2015, em comparação com 2014.  Segundo Pedro Guasti, as estimativas internacionais apontam que o comércio eletrônico oferece produtos até 10% mais baratos que nas lojas de varejo tradicional.


 
 
4) - Cosméticos, perfumaria, cuidados pessoais e saúde
 
Com 11% do total de pedidos, itens de beleza, saúde e higiene formam a categoria mais representativa em quantidade de pedidos no Brasil. Um mercado que apresenta oportunidades é o mercado de beleza para homens: segundo a consultoria inglesa Mintel, 33% dos homens brasileiros afirmam que comprariam produtos específicos de beleza para eles.

 
Outra categoria que promete render vendas é o mercado de produtos feitos com matéria-prima orgânica, um tipo de cosmético mais difícil de ser encontrado em farmácias e supermercados com consumidores fiéis, como por exemplo, pessoas que têm algum tipo de alergia.


 
  
5) - Livros e assinaturas de revistas
 
Entre janeiro e junho de 2015, 8% dos pedidos de produtos foram de livros e assinaturas, segundo a E-bit. Livros, CDs, revistas e DVDs, por serem de fácil entendimento, conquistaram o gosto do consumidor que compra online com frequência. Segundo Guasti, muitas lojas fortes no canal offline usam o e-commerce como uma forma de otimizar a gestão do estoque, pois as promoções são facilmente divulgadas na internet.
 
 
Com informações de Exame
 
 

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