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As principais tendências de consumo para 2016

10/12/2015 Por: Vanessa Cagliari
As principais tendências de consumo para 2016

A Ericsson acaba de lançar um estudo sobre as 10 tendências de consumo para 2016, por meio do ConsumerLab, área da empresa que há 20 anos estuda o comportamento dos seus usuários. Uma das tendências reveladas pela pesquisa é a crença dos consumidores de que a inteligência artificial, em breve, possibilitará, a interação com objetos sem a necessidade de um smartphone. Além disso, metade das pessoas entrevistadas acredita que os celulares podem se tornar obsoletos nos próximos cinco anos.


 
O relatório concluiu ainda que houve um aumento da velocidade de adoção de novas tecnologias, tornando os produtos recém lançados mais populares e aceitos assim que são colocados à venda. Por conta disso, o tempo em que os consumidores mais vanguardistas influenciariam outros usuários a adotar essas novas plataformas está mais curto.


 
As conclusões do levantamento reúnem opiniões de várias pessoas ao redor do mundo. A pesquisa mais extensa representa 1,1 bilhão de pessoas de 24 países, entre eles o Brasil, e a menor corresponde a 46 milhões de consumidores em dez grandes cidades, como São Paulo.


 
 
No Brasil, o estudo apontou que 63% dos paulistanos que usam smartphones acreditam que, em cinco anos, esses dispositivos se tornem itens do passado, e 87% das pessoas gostariam de utilizar a tecnologia para melhorar a memória, a visão ou a audição. Veja quais as principais tendências de consumo para 2016, segundo a Ericsson:


 
 
1. Estilo de vida conectado

Segundo o estudo, quatro em cada cinco usuários sentem que se beneficiam à medida que outras pessoas se conectam à internet e compartilham suas ideias. No Brasil, 51% dos usuários já participam de ações de economia colaborativa.



 
2. A geração do streaming

Diariamente, adolescentes consomem mais conteúdo no YouTube do que as outras faixas etárias. No Brasil, 27% dos entrevistados, entre 16 e 19 anos passam, no mínimo, três horas por dia assistindo a vídeos no canal.


 
 
3. Inteligência artificial termina com a era das telas

A inteligência artificial vai permitir a interação com objetos sem o uso do smartphone. Em São Paulo, 63% das pessoas que usam smartphones acreditam que esses dispositivos móveis serão itens do passado nos próximos cinco anos.



 
4. O virtual se torna real

Os usuários querem usar a tecnologia virtual para atividades diárias, como assistir televisão e fazer chamadas de vídeo. Em SP, 57% das pessoas, por exemplo, querem imprimir sua própria comida no futuro.




5. Casas com sensores

Metade dos usuários de smartphone em São Paulo pensam que, nos próximos cinco anos, os tijolos usados para construir casas podem incluir sensores que detectam vazamento e problemas com eletricidade. Para que isso aconteça, o conceito de casas inteligentes precisa ser repensado do zero.



 
6.Passageiros conectados
 
Os usuários de transporte urbano querem transformar o seu tempo de trajeto mais produtivo. No Brasil, 71% dos habitantes passam mais tempo no trânsito do que em atividades sociais.




7. Resposta de emergência

As redes sociais podem se tornar a forma preferida para acionar serviços de emergência. Na capital paulista, 74% das pessoas que usam dispositivos móveis também se interessariam em acessar um aplicativo de informações de desastres ou ocorrências.



 
8.Sensores internos

Plataformas aplicadas no corpo e que monitoram a saúde podem se tornar os novos dispositivos vestíveis. A tendência em questão também é percebida em São Paulo, em que 87% dos entrevistados desejam usar a tecnologia para melhorar a visão, a memória e a audição.
 
 
 
 
9.Tudo pode ser hackeado

A maioria dos usuários de celular acredita que ataques de hackers e vírus continuarão sendo problemas no futuro. Porém, como um efeito colateral positivo, 34% dos paulistanos têm mais confiança em uma empresa que já tenha sido hackeada, mas que resolveu o problema do que em empresas que nunca enfrentaram este tipo de desafio.
 
 
 
10.Usuários repórteres

Os usuários compartilham mais informações online e acreditam que isso aumenta sua influência na sociedade em que vivem. Em São Paulo, 51% das pessoas pensam que denunciar uma organização com comportamento inadequado nas redes sociais tem mais impacto do que denunciá-la às autoridades responsáveis.

 
Para ter acesso completo da pesquisa, clique aqui, ou então assista a esse vídeo produzido pela Ericsson.
 
 
 
 

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