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Conheça as mulheres de sucesso e seja uma grande líder

06/03/2018 Por: Editorial Dom Bosco
 Mulheres de sucesso

Há menos de um século, as mulheres não tinham nem metade dos direitos que têm atualmente, especialmente, quando se refere à vida pública, política e empresarial. Para chegarmos no cenário atual, centenas de mulheres tiveram que destruir barreiras e mostrar seu senso de liderança e força.

Neste Dia Internacional da Mulheres, queremos resgatar a força de cada mulher e lembrá-las que, dentro de si, existe uma líder.



 

Para ajudar você a conquistar ainda mais o mercado de trabalho e o mundo profissional, separamos grandes figuras que fizeram a diferença por meio de suas histórias de perseverança e determinação - mesmo enfrentando tantas limitações.


magazine luizaLuiza Trajano

Considerada uma das mulheres mais poderosas do Brasil, Luiza Trajano lidera mais de 800 lojas de varejo, tais como a Magazine Luiza e outras empresas integradas de sua holding.



Tudo começou quando Luiza assumiu os negócios da família e a rede de lojas se limitava apenas no interior do estado de São Paulo. Após muito empenho, trabalho e novas ideias, Luiza transformou a marca em uma das maiores e mais conceituadas do mercado.



 

Por conta de sua história, Luiza Trajano é um exemplo de empreendedorismo e sucesso no seguimento varejista.



cristina junqueiraCristina Junqueira

Cristina, com apenas 33 anos, é a única brasileira e mulher entre os três sócios da Nubank (emissora de cartões de créditos sem taxas), empresa que, nos últimos três anos, já recebeu cerca de 5,5 milhões de pedidos de cartão de crédito.



Formada em engenharia de produção na USP, Cristina já podia dizer que era uma executiva de sucesso, bem avaliada, com grande experiência acumulada no setor financeiro e tocando projetos grandes dentro do Itaú. Mas foi neste auge profissional, no início de 2013, que ela tomou a decisão mais difícil de sua carreira.



Neste ponto de sua trajetória profissional, ela buscava algo novo em sua carreira, sem saber muito bem o que era; decidiu pedir demissão de seu trabalho e embarcou ao lado do colombiano David Vélez e o americano Edward Wible em um projeto que se transformou na fintech Nubank.



 

O resto desta história já sabemos. Neste ano, o Nubank passa a valer mais de US$ 2 bilhões no mercado.



nisia florestaNísia Floresta

Em 12 de outubro de 1810 nascia Nísia Floresta Brasileira Augusta, pseudônimo de Dionísia Gonçalves Pinto. Movida por estas ideias, aos 28 anos, ela abriu uma escola para meninas. O ano era 1838, e no Brasil reinava D. Pedro II, época em que o ditado popular “o melhor livro é a almofada e o bastidor” estava em alta e representava a realidade imposta a muitas mulheres



O cenário mudou quando a escola de Nísia Floresta, instalada na Rua Direita nº 163 do Rio de Janeiro, sob o nome “Colégio Augusto”, passou a ensinar a gramática, escrita e leitura do português, francês e italiano, ciências naturais e sociais, matemática, música e dança às meninas.



Tais feitos renderam a Nísia não somente críticas pedagógicas, mas também ataques à sua vida pessoal, à moda machista.

 

Lembrando que somente em 15 de março de 1827, Dom Pedro I assinou a primeira legislação no Brasil relativa ao acesso de mulheres à escola, que permitia o acesso às escolas elementares, mas que impedia as meninas se matricularem em escolas avançadas. Quanto ao direito de cursar uma faculdade, só aconteceu 52 anos depois.


maria gloriaMaria da Glória Sacramento

Uma das primeiras mulheres que ousaram a lutar pelo direito à educação da mulher. Na época, professoras sempre ganhavam menos, e as que protestavam contra esta situação eram severamente punidas.



 

Maria da Glória Sacramento foi uma dessas mulheres. Em seu ato contra o sistema, se recusou a ensinar “prendas femininas” e, por conta disso, teve seu salário suspenso.



maria firminaMaria Firmina dos Reis

Negra, filha de mãe branca e pai negro, nasceu em São Luís, no Maranhão, no dia 11 de outubro de 1825. Foi uma escritora brasileira, considerada a primeira romancista brasileira.



Em 1847, aos 22 anos, ela foi aprovada em um concurso público para a Cadeira de Instrução Primária, sendo assim a primeira professora concursada de seu Estado. Maria demonstrou sua afinidade com a escrita ao publicar “Úrsula” em 1859, que não só foi o primeiro romance abolicionista, como o primeiro escrito por uma mulher negra brasileira.



O romance “Úrsula” consagrou Maria Firmina como escritora e também foi o primeiro romance da literatura afro-brasileira, entendida esta como produção de autoria afrodescendente. Em 1887, no auge da campanha abolicionista, a escritora publica o livro “A Escrava”, reforçando sua postura antiescravista.

 

Ao se aposentar, em 1880, a escritora fundou uma escola mista e gratuita. Falecida aos 92 anos, na cidade de Guimarães, no dia 11 de novembro de 1917, foi em 1975 que Maria recebe uma homenagem de José Nascimento Morais Filho que publica a primeira biografia da escritora, Maria Firmina: fragmentos de uma vida.

 

 

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