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Design Thinking na Gestão de Desenvolvimento de Produtos

18/02/2019 Por: Editorial Dom Bosco
 Design Thinking na Gestão de Desenvolvimento de Produtos


Você deve compreender, mesmo não sendo tão ativo na área do Marketing, que as relações no mercado entre empresas e consumidores sofreram mudanças, na verdade, essas mudanças não param de acontecer. Contando com consumidores exigentes e de voz ativa, lançar novos produtos no mercado pode ser uma oportunidade ou suicídio, dependendo da forma como for recebido. Para lançamentos de sucesso, a abordagem do Design Thinking na Gestão de Desenvolvimento de Produtos tem sido significativa. Saiba mais na sequência.



De onde veio o design thinking?


Tudo começou na Alemanha, em 1919, com a Escola de Design Bauhaus - que seria destruída em 1933 na guerra, pelos nazistas -, mas que marcou a forma de encararmos o Design hoje. Esta escola ofereceu ao mundo o pensamento de que Design deveria sempre ter atenção não só com a aparência, mas também com a funcionalidade dos projetos.


O Design entende que ser só um “rostinho bonito”, mas sem funções, de nada adianta. Uma marca perfeita para ilustrar esse pensamento é a Apple, que oferece produtos bonitos, mas que também oferecem boas experiências de uso.


Porém, a abordagem de Design Thinking só ganhou vida mesmo em 1992, após a o professor de Design, Richard Buchanan, lançar o livro Problemas “cabeludos” no design thinking (do título original Wicked Problems in Design Thinking), que apresentou essa área criativa como adaptável e útil em diversas outras ciências, tendo como principal função a solução de problemas, que sempre estará no próprio usuário e sua experiência.


Esse entendimento é tão útil para o mundo, que até mesmo a própria medicina aplica a abordagem em suas tecnologias, procurando favorecer sentimentos positivos nos pacientes. Um exemplo da flexibilidade desse entendimento foi Doug Dietz, designer de equipamentos médicos da GE Healthcare, que desenvolveu a máquina de ressonância magnética, que apesar de útil, não foi bem aceita por todos os públicos.


Apesar da inovação, o ‘enorme tubo escuro’ acabava espantando os pequenos, causando rejeição de 80% entre o público infantil. Para mudar esse cenário, ele teve a ideia brilhante de incrementar esses aparelhos com desenhos que dessem a sensação de que a criança ao entrar na máquina, estaria viajando a um novo mundo. O resultado? A taxa de rejeição caiu para 10% entre os pequenos.


Pensar em design thinking não é só dar uma palavra bonita para o lançamento de produtos, mas é analisar de forma humana os impactos da inovação na experiência do olhar. A empatia, portanto, está muito presente na ideia.



Design thinking na Gestão de Desenvolvimento de Produtos


Como vimos, o design thinking na Gestão de Desenvolvimento de Produtos traz os olhares e sentimentos dos consumidores ao usarem o que está sendo projetado. E, ao pensar em sentimentos, as coisas ficam bastante subjetivas e delicadas. Embora o design thinking seja uma abordagem e não metodologia pautada em processos repletos de fórmulas matemáticas, ele possui ferramentas úteis para entender o mercado de modo mais ‘verdadeiro’.


Confira ferramentas úteis no desenvolvimento de produtos, defendidas pela abordagem:


Imersão - as empresas “mergulham” na realidade dos usuários do produto que será desenvolvido e por intermédio de pesquisas qualitativas e quantitativas, observação e estudo da experiência particular do público, entende as premissas do desenvolvimento;


Ideação - nada de ficar aplicando conceitos matemáticos e sim, aplicar o olhar humano, pautado de muita conversa e avaliação das respostas emotivas do público sobre o novo produto, traçando deste modo, dados reais;


Prototipação - protótipos (mockups) do produto são desenvolvidos, ou seja, peças para testes são criados, para que seja mais fácil a avaliação do usuário perante a ideia; quanto mais tirada do papel e desenvolvida fisicamente, melhor será a avaliação do que é apresentado;


Desenvolvimento - finalmente, é hora de desenvolver com base em todas as etapas anteriores o produto, o qual deverá ser avaliado e melhorado constantemente.



Gestão de Desenvolvimento de Produtos


Quanta coisa está envolvida no lançamento de um novo produto, não é verdade? Parece cansativo, mas é melhor do que gastar “rios de dinheiro” com algo que será esquecido rapidamente - ou pior, nem usado.


Administrar o desenvolvimento de produtos, não é só olhar para prazos e tabelas, mas pensar na experiência final do usuário, que deverá sempre ser positiva. Para que o produto não vire o ‘abacaxi’ da famosa matriz BCG - o produto que ninguém quer -, é bom considerar o design thinking e as ferramentas do mercado para estar sempre no topo do mercado!


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