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Inteligência emocional: O diferencial dos bons profissionais

29/09/2014 Por: Vanessa Cagliari



     O modo como gerenciamos as emoções, tanto as nossas como as dos outros pode ter um papel crítico para determinar nossa felicidade e nosso sucesso. Por mais que o mundo corporativo cultive a ideia de que um bom profissional precisa ser integralmente racional, sentimento é fundamental para o bom aproveitamento na empresa.


    Segundo o psicólogo americano Peter Salovey, inteligência emocional começa com a ideia de que as emoções também são uma fonte de informação para as pessoas sobre o que está acontecendo a nossa volta e a nossa relação com esses acontecimentos. A partir desta definição, é possível entender porque as pessoas devem saber lidar com seus medos, inseguranças e insatisfações em prol do êxito nas atividades.


     De acordo com Paula Raya Branco, psicóloga organizacional e consultora de recrutamento e seleção, o funcionário que vivencia um sentimento negativo tem a chance de elevar o nível de suas escolhas, ou seja, ser equilibrado, não significa estar sempre calmo. "A inteligência emocional, cada vez mais tem o papel de diferenciar os profissionais, permite desenvolver um ambiente harmonioso e, ao mesmo tempo, produtivo em ideias e resultados", afirma Paula.


    O autoconhecimento é uma excelente estratégia para o desenvolvimento da Inteligência Emocional. Ou seja, este filtro que usamos entre o que nos é dito e o que sentimos faz com que a informação se torne pior do que realmente é, conta Paula.


    Segundo Rodrigo Fonseca, especialista e fundador da Sociedade Brasileira de Inteligência Emocional, nós só desenvolvemos o lado esquerdo do cérebro, responsável pelo raciocínio lógico, e desenvolver o lado direito, responsável pelas emoções é uma necessidade social e melhora o relacionamento interpessoal. "A habilidade emocional é muito importante e o que mantém uma pessoa no ambiente corporativo é seu comportamento. A pessoa que possui inteligência emocional sabe o que quer, se comunica bem, sabe liderar, se coloca no lugar do outro e tem autonomia", destaca Rodrigo.
 
 
 
 

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