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Liderança e Gestão

23/12/2014 Por: Editorial Dom Bosco
liderança e gestão

Uma gestão eficaz é um dos principais fatores do êxito de qualquer empresa. Cabe aos líderes definir uma orientação estratégica para a gestão da segurança e da saúde nas suas organizações e motivar os trabalhadores para um empenho efetivo na obtenção de bons resultados em matéria de segurança e saúde.


A liderança exerce importante função na gestão da empresa, podemos classificar os estilos de liderança em 3: os bons, os maus e os detestáveis. A liderança pode manifestar-se de várias formas e a diferentes níveis. Conheça os 3 tipos:


Liderança transformacional: os BONS
Os líderes transformacionais aspiram a produzir mudanças positivas nos indivíduos e nos sistemas sociais. Procuram reforçar a motivação e o ânimo e melhorar o desempenho dos liderados recorrendo a diversos mecanismos:

§  ampliar o sentimento de identidade dos trabalhadores à missão e à identidade coletiva da organização §  identificar os pontos fortes e os pontos fracos dos trabalhadores, para que o líder possa atribuir as tarefas de modo a otimizar o desempenho de cada um deles
§  desafiar e incentivar os trabalhadores a assumirem cada vez mais o controlo do seu trabalho §  assumir-se como modelo de comportamentodos trabalhadores, para os inspirar e motivar


Os líderes transformacionais procuram influenciar os seus subordinados
“ampliando e elevando os objetivos dos liderados e transmitindo-lhes a confiança necessária para que o seu desempenho ultrapasse as expectativas consignadas no acordo tácito ou expresso de intercâmbio” (Dvir et al., 2002, p. 735).


Os líderes transformacionais podem influenciar de forma positiva e indireta o bem-estar psicológico dos trabalhadores suscitando emoções positivas através da sua interação com os subordinados. Este tipo de líderes pode ainda contribuir para o bem-estar dos trabalhadores pelo modo como influenciam a percepção que os trabalhadores têm do significado e dos objetivos do seu trabalho.


 
Liderança passiva: os MAUS
A liderança passiva desdobra-se em duas vertentes fundamentais:

§  A gestão como recurso em casos excecionais (passiva): os líderes só tomam medidas corretivas quando os problemas de desempenho já se tornaram graves. §  A liderança laissez-faire, que se caracteriza pela inação, pela indisponibilidade para com os subordinados, pela falta de clareza quanto às expectativas de desempenho e pela fuga à tomada de decisões e às responsabilidades da liderança.
 
Supervisão abusiva: os DETESTÁVEIS
A supervisão abusiva é determinada com base na percepção dos subordinados quanto à frequência e à intensidade dos comportamentos hostis e não verbais (com exclusão do contato físico) dos seus supervisores.


Este tipo de liderança manifesta-se muitas vezes sob a forma de comportamentos (verbais e não verbais) tidos como impróprios, destrutivos, agressivos e manipuladores. É o caso, por exemplo, dos chefes que ridicularizam publicamente os subordinados ou os culpam de erros que não cometeram, e dos que recorrem ao insulto e à intimidação. O comportamento abusivo das chefias tem sido associado a efeitos nefastos quer na saúde e no bem-estar dos trabalhadores, quer na sua atitude face ao trabalho e no seu desempenho profissional.


Com informações de Agência Europeia para Segurança e Saúde no Trabalho.

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