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Mudar de emprego muitas vezes atrapalha na conquista de um novo trabalho?

24/06/2016 Por: Vanessa Cagliari

Mudar de emprego muitas vezes atrapalha na conquista de um novo trabalho?

Mudar de emprego com frequência, em geral, não é uma atitude bem vista pelas empresas, pois isso desperta a preocupação dos recrutadores que alegam não saber quanto tempo o profissional vai permanecer na função contribuindo e trazendo ideias inovadoras para o negócio.

 
 
No entanto, hoje, essa ideia não é unânime entre os selecionadores e muitas empresas não estão tão preocupadas com o tempo que um profissional permaneceu nos empregos anteriores, uma vez que, muitos, entregam bons resultados. Segundo o presidente da Lens e Minarelli Associados, empresa de aconselhamento de carreira, o conceito de tempo de serviço vem mudando. Por demonstrar mais fidelidade, o profissional que permanecia muitos anos na empresa era mais valorizado, mas com a globalização e o avanço tecnológico, as empresas precisaram mudar o quadro de funcionários, provocando uma maior rotatividade da mão de obra.



"Diferente do que se pensava, os empresários não veem o trabalhador rotativo como uma pessoa irresponsável, que não passa credibilidade. Pelo contrário, hoje, mesmo que você desenvolva um bom trabalho, se foi contratado para um projeto será dispensado ao final das atividades", afirma.

 
 
Para Ellen Souza, psicóloga e assessora de carreiras da Catho, mudar de emprego não é uma coisa ruim, e muitos encaram isso como um desafio. Na maioria dos casos, as pessoas que buscam um novo trabalho, procuram um sentimento de realização, novos desafios, autoconhecimento, e, até mesmo, melhores salários e benefícios.

 
 
Enquanto alguns especialistas não consideram um problema a constante mudança de emprego, outros consideram a prática como uma decisão que traz consequências negativas. Conforme afirma o consultor da BRM Associados, Rodolfo de Oliveira Estece, mudar de emprego constantemente contribui para a diminuição do poder de negociação salarial no futuro, além de não passar credibilidade. "Demonstra que qualquer proposta irá fazê-lo desistir do projeto", ressalta.

 
 
Já o supervisor de RH da Logistech, Antonio Lorente Júnior, sempre considera o tempo de permanência no último serviço ao recrutar profissionais. "Tento descobrir o que aconteceu, o porquê da não-adaptação", conta.

 
 
Vale lembrar que um bom recrutador não vai julgar certo ou errado um profissional trocar muitas vezes de emprego, afinal, essa pergunta não se responde com um simples sim ou não. Segundo Ellen Souza, uma boa dica é ter metas dentro de qualquer posição em um emprego, se o profissional consegue cumprir os seus prazos e traz bons resultados, não importa se ficou muito ou pouco tempo em uma experiência.

 
 
Com informações de Empregos.com
 



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