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Para 81% dos consumidores brasileiros, marcas não são confiáveis

03/05/2016 Por: Vanessa Cagliari

As marcas mais confiáveis

Parece que os consumidores brasileiros não andam muito satisfeitos com a atuação das marcas. Pelo menos é o que aponta a 4ª edição do estudo Authentic Brands e Authentic 100 produzida pela agência de comunicação global, Cohn & Wolf. Para 81% dos brasileiros ouvidos, as marcas não são "abertas e honestas", e os outros 19% que confiam nas marcas, representam um índice abaixo da média mundial, de 22%.
 
 
 
Para chegar ao resultado, foram analisados 14 mercados, reunindo 16 mil marcas, com 12 mil consumidores entrevistados no mundo todo. O estudo apurou ainda como as marcas performam em 23 atributos que medem o nível de autenticidade das marcas.

 
 
Três quartos dos entrevistados não consideram as marcas como autênticas, com baixo reconhecimento em quesitos como "fazem o que prometem", "fazem do mundo um lugar melhor" e "assumem responsabilidade por suas ações". Os quesitos mais importantes considerados pelos pesquisadores foram se a marca era:

 
 
-Confiável: Consumidores classificam como autênticas marcas que cumprem o que prometem;

 
-Respeitosa: Foram consideradas respeitosas as marcas que protegem os dados e a privacidade e tratam bem os consumidores;

 
-Real: Alta percepção de ser honesta e age com integridade.

 
 
Os setores de tecnologia, bens de consumo e automotivo são os que mais têm marcas autênticas e as marcas brasileiras mais autênticas são: O Boticário, Bombril, Johnson & Johnson, Nestlé, Apple, Microsoft, Google, Brastemp, Adidas, Natura e Kibon. Na avaliação global, Disney, Microsoft, Amazon, Intel, Audi, Samsung, Adidas e Lego são as marcas que figuram no topo do ranking do Authentic 100
 
 


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