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Produtividade: Evite influências externas e mantenha o foco

29/09/2014 Por: Editorial Dom Bosco


      Jovens e adultos tendem a perder o foco com muita facilidade. Isto ocorre, em geral, pela falta de motivação para o exercício da função e principalmente, por influências externas. Um estudo feito pela Universidade de Chicago revelou que é mais fácil suportar a vontade de beber ou fumar do que a vontade de checar as redes sociais.


          O vício em redes sociais é semelhante ao da dependência química. O viciado em Facebook necessita que suas postagens sejam curtidas e comentadas pelos amigos para saciar sua curiosidade e narcisismo, assim como o viciado em drogas, que com o tempo precisa de doses cada vez maiores de uma substância para ter o efeito entorpecente parecido com o obtido no primeiro contato.


      Como no uso de redes sociais, os aspectos negativos não estão aparentes, o potencial de vício dessas ferramentas é muito maior do que drogas como cigarro e álcool, pois usar as redes sociais é muito mais barato do que comprar cigarros e cerveja.


      O primeiro passo para enfrentar o desafio de resistir às redes sociais, é o reconhecimento por parte da pessoa de que as redes sociais baixam a sua produtividade, afirma Andréa Schoch, mestre em educação corporativa pela PUC/PR e sócia-diretora da Educere, empresa de capacitação e consultoria em Educação Corporativa.


     De acordo com a análise da especialista, para manter o foco no trabalho, o time precisa ser formado por pessoas motivadas, que saibam qual a sua função, que estejam comprometidas com os valores, com a missão da empresa da qual fazem parte. Além disso, é muito positivo criar estímulos externos e incentivos, mas tudo isso tem prazo curto de validade “A própria empresa, por meio de seus gestores, deve estabelecer, por exemplo, dois horários do dia em que a rede será acessada e uma média de tempo de acesso, em concordância com os colaboradores”, conta.


     Para manter o foco é preciso que a pessoa tenha um motivo que leve à ação. Estudos na área de gestão de empresas mostram que a criação de uma cultura bem alicerçada em valores, crenças e práticas que demonstrem alinhamento às ações geram motivação e empenho por parte do colaborador.


    Para Andréa, de forma geral, o que mais prejudica a produtividade de uma organização são as dificuldades da ordem do relacionamento interpessoal, potencializadas por meio da comunicação. “As relações se estabelecem por meio das diferentes formas de manejo. Por vezes, há um fértil terreno para o autoritarismo, outras vezes há um excesso de permissividade, gerando insatisfações que afetam o desempenho profissional”, afirma Andréa.


      As empresas que apresentam profissionais com alto grau de motivação são também empresas que valorizam e investem em desenvolvimento humano, em capacitação. “É preciso criar um clima no qual o diálogo esteja presente, a resolução conjunta baseada nas necessidades do trabalho seja praticada, em que a transparência seja um valor, em que o respeito por si, pelo outro e a responsabilidade por suas ações, seja uma realidade”, conclui Andréa.

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