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Quem não possui perfil em redes sociais tem 35% menos chances de ser chamado para uma entrevista de emprego

12/06/2015 Por: Vanessa Cagliari
Quem não possui perfil em redes sociais tem 35% menos chances de ser chamado para uma entrevista de emprego

Segundo uma pesquisa produzida anualmente pela CareerBuilder, 35% dos recrutadores de seleções de emprego afirmaram que eles são menos propensos a entrevistar candidatos à uma vaga de emprego que não possuem perfis em redes sociais ou que não disponibilizam informações pessoais e profissionais em seus perfis. Além disso, o levantamento revelou também que aumenta a cada ano o índice de empregadores que buscam por novos profissionais nas mídias sociais. De 2012 para 2013 foi registrado um crescimento de 39%. De 2013 para 2014, cresceu 43%, e o ano de 2015 já registra aumento de 52%.


 
De acordo com a diretora de recursos humanos da CareerBuilder, Rosemary Haefner, os recrutadores estão buscando por todas as informações que podem ajudá-los a tomar decisões. "Ao invés de pensar somente no papel, os candidatos a emprego devem fazer sua boa imagem profissional também on-line", explica a diretora. Gestores de TI, recursos humanos e da área financeira das empresas são os mais propensos a acessar as redes sociais para recrutar novos profissionais. Por outro lado, o setor de varejo apresentou o menor índice de uso deste tipo de recurso.


 
Tecnologia da informação: 76%
Serviços financeiros: 64%
Vendas: 61%
Serviços profissionais e de negócios: 54%
Produção industrial: 49%
Saúde: 49%
Varejo: 46%

 
 
Este levantamento foi realizado nos Estados Unidos pela Harris Poll em nome da CareerBuilder por meio de entrevistas online, com 2.175 gestores de recursos humanos e 3.105 funcionários. A pesquisa foi realizada entre 11 de fevereiro e 06 de março de 2015.
 


Brasil lidera ranking de uso das redes sociais para contratar profissionais
 
No Brasil, a empresa de consultoria em recrutamento, Robert Half, realizou uma pesquisa que apontou que as empresas brasileiras lideram o uso das redes sociais na busca de novos funcionários. De acordo com o levantamento, 21% das organizações instaladas no país avaliaram o perfil virtual dos candidatos.
 
 
A Espanha está no segundo lugar no ranking, com um percentual de 18%, seguida por Itália e Holanda, empatadas em 13%. Entretanto, na Bélgica, o uso das redes sociais durante a seleção de candidatos caiu para apenas 5% e para 1% na República Tcheca. A empresa entrevistou 2,8 mil executivos de 13 países para a pesquisa que também apontou o Facebook, o LinkedIn e o Twitter como as principais redes acessadas pelos empregadores.
 
 


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