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Sou uma pessoa analítica? Descubra

29/01/2019 Por: Editorial Dom Bosco
gerenciamento de riscos 


 

Pessoas analíticas não são apenas aqueles retraídos e que só sabem lidar com números, mas pessoas que conseguem interpretar ‘o todo’. Ser tímido ou não, não impacta na capacidade de interpretar informações, o que realmente irá definir se uma pessoa é analítica são suas atitudes cotidianas, especialmente, aquelas que acontecem dentro do trabalho.


A possibilidade de analisar coisas não se limita a números, mas a todas as outras coisas que permitem obter respostas. Desta forma, ser bom em matemática não quer dizer ser analítico - embora, a área exija tal característica -, mas saber interpretar resultados é que torna alguém analítico.


É tão verdade que, para evitar confusão, a análise é dividida em duas vertentes: qualitativa e quantitativa. Na parte qualitativa, não existe a interpretação de algo quantificável, ou seja, números; neste ponto, há a análise de algo mais “humano”. No contexto quantitativo, o trabalho é concentrado em dados quantificáveis.


Um belo exemplo para entender a diferença, são as pesquisas realizadas no mercado para entender hábitos de consumo. O instituto que a está desenvolvendo, talvez busque compreender o que as pessoas acham de um X produto. Ao aplicar a pesquisa, eles podem começar com uma discussão em grupo (focus group) onde o que for dito por essas pessoas, a forma que dizem as palavras e até os gestos que usam, serão analisados posteriormente para fundamentar decisões. Isso é uma pesquisa qualitativa.


Agora, se estamos falando de quantificar respostas, é preciso delimitar um padrão em como elas acontecem. No exemplo citado, houve o grupo de discussão que foi uma ação qualitativa. Mas, agora a empresa quer ver quantas pessoas gostam ou desgostam desse X produto. Após concluída a pesquisa, esses dados serão mensurados de forma a interpretar qual o percentual (%) de gente que votou a favor ou contra e, tomar medidas com base nessas respostas.


Uma pessoa analítica não olha apenas para a parte qualitativa ou quantitativa, ela sabe interpretar o todo e formar decisões seguras com base nessas respostas. Nas empresas, a capacidade de análise para levantar riscos e os controlar, é característica indispensável nos profissionais e, quem a tem, é disputado pelas grandes corporações.


Mas, se você ainda não tem certeza se é uma pessoa analítica, veja algumas perguntas na sequência que preparamos com base no perfil de quem tem essa característica. O objetivo é ajudar você a fazer uma autoanálise e determinar se você é uma pessoa analítica ou se ainda precisa trabalhar mais neste ponto.



Eu aprendo rápido?


Aprender rápido não envolve ser um robô que executa as funções que foi programado; aprender rápido é entender os motivos de você estar realizando aquela função e a importância desta nos demais processos do projeto.


Pessoas analíticas possuem maior facilidade em aprender, porque não ficam presas a execução, mas tentam interpretar as razões disso. Então, se você ainda “pena” um pouquinho para conseguir reter informações e trabalhar com elas, o problema pode ser na sua capacidade de analisar toda a situação.



Me dou bem com dados?


Às vezes você tem “a faca e o queijo na mão”, mas não sabe o que fazer com todos esses recursos. Lidar com dados é da mesma forma, primeiro porque é comum a dificuldade em conectar diferentes informações, segundo porque é mais complicado ainda identificar onde elas possam estar e, terceiro, porque nem sempre sabemos como elas podem ajudar.


A capacidade analítica contribui não só com a interpretação de dados, mas com a visão estratégica de como eles podem ser conseguidos. Para isso, o profissional precisa entender muito bem o mercado e qual a situação do projeto em que ele está participando, não aceitando logo qualquer informação (até porque nem tudo o que “reluz é ouro”), sabendo filtrar o que vale o esforço da análise ou não.



Aprender com o passado


Quando pensamos em análise, o pensamento deve ser atemporal, envolvendo questões do passado, presente e futuro. As decisões dentro de uma empresa ou projeto, não podem estar limitadas a alguma “modinha” do momento, mas em seu histórico para aquele perfil de negócio.


Para gerenciar riscos, é indispensável entender os fatores mercadológicos e avaliar, por exemplo, outras empresas do mesmo perfil que a sua que estejam enfrentando os mesmos desafios. Ter um olhar “histórico” sobre os acontecimentos, ajuda a tomar decisões mais estratégicas.


Confira: Como fazer análise de viabilidade de projetos?


Saber explicar


Você faz uma ótima análise, consegue interpretar os riscos e oportunidades que o mercado oferece para o negócio, mas não consegue explicar de forma clara para equipe quais são e como conseguiu chegar a essas conclusões… e isso é um problema! Quando você compreende o que fez, passar a outros de forma segura o processo não deve ser algo complicado.


Com a facilidade de encontrar fontes na internet, hora ou outra nos deparamos com histórias de pessoas que aplicaram ferramentas e levantaram informações, mas que não sabiam explicar os motivos; isso, porque apenas tinham reproduzido alguma outra fonte que encontraram. Ser analítico, portanto, é ser original e empático com a situação, sabendo adaptar o conhecimento às necessidades.


A Unidombosco sabe a importância da análise para conseguir gerenciar riscos. Assim, oferece a extensão grátis de curso: Gerenciamento de riscos - análise qualitativa e quantitativa. Não deixe de aproveitar esta oportunidade para enriquecer a sua carreira sem precisar colocar a mão no bolso.   


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